Tribuna Expresso

Perfil

  • A primeira parte fazia adivinhar um jogo espetacular, atacante e entusiasmante, como o golo de Philippe Coutinho. Só que a Suíça empatou no início da segunda e abrandou, muito, o pentacampeão do mundo e um sofrível Neymar. Há 40 anos que o Brasil não ganhava o primeiro jogo do Mundial

  • Tal como há quatro anos, a campeã do Mundo caiu na estreia. O México bateu a Alemanha por 1-0, num encontro em que a tricolor mostrou que quando arranca para o ataque é muito difícil de travar e se viu uns alemães completamente fora do seu ADN: desesperados, ineficazes. É mais uma surpresa neste Mundial e já ninguém se lembra das festas pré-Mundial dos jogadores mexicanos

  • Esteve em quatro Mundiais (1986, 1990, 1994 e 2010) e passou muitos anos, sobretudo, a cuidar da forma de Diego Armando Maradona, antes de olhar pela de Lionel Messi. A Tribuna Expresso falou com Fernando Signorini, antigo preparador físico da Argentina, no dia em que a seleção joga com a Islândia (14h, Sport TV1). Além da Pulga inevitável e da "crise" do futebol argentino, a conversa tocou na falta que fazem outra mentalidade e mais jogadores que, no fundo, pensem - porque "ganhar nunca é uma obrigação, é sempre uma possibilidade" e "um grau de tecido cerebral pesa mais do que 80 quilos de músculo"

  • Deve-se um par de obrigados a Denis Cheryshev, cujo pé esquerdo mais fez para contrariar o jogo algo lento e mal jogado que inaugurou o Campeonato do Mundo. À Rússia, que não ganhava um jogo desde outubro do ano passado, bastou ser organizada e intensa de vez em quando para golear (5-0) a Arábia Saudita. E disfarçar, com o resultado, um jogo em que o mais entusiasmante ia sendo o gesto obsceno que Robbie Williams mostrou ao mundo, durante a cerimónia de abertura