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Pedro Candeias

Pedro Candeias

Editor

Começou no Record, fez parte do grupo que fundou o I e está no Expresso desde 2011. Ganhou duas coisas: revelação do ano no Record e jornalista desportivo do ano de 2013 para o CNID. Tem os troféus guardados no armário lá de casa tal como os futebolistas têm os deles. É que ele gosta de futebol mas o futebol não gosta dele e à falta de jeitinho faz o que pode para se manter próximo - escreve-o e descreve-o. E esta história de amor-ódio já o levou a muitos lugares - e a um Europeu e a um Mundial. E, de vez em quando, à SIC Notícias. Siga-o no Twitter

  • Acabou o romantismo

    Seleções

    A Itália ficou fora do Mundial e a culpa é dela, porque parou no tempo enquanto o mundo andou para a frente. E a ideia romântica associada à infalibilidade italiana deixou de existir

  • Carlos Queiroz: “Sistema? Isto hoje é queijo fresco”

    Entrevistas Tribuna

    Há treinadores que chegam a selecionadores e selecionadores que são treinadores. Queiroz é dos segundos. Campeão do mundo duas vezes, treinou Portugal e outras seleções, o Sporting e o Real Madrid pelo meio. Agora, acaba de qualificar o Irão pela segunda vez consecutiva para um Mundial e são já quatro as equipas que pôs em campeonatos do mundo (Áfrifca do Sul, em 2002, Portugal, em 2010, Irão, em 2014 e 2018). Mas quem é que está a contar? A Tribuna Expresso: Queiroz igualou o recorde histórico Walter Winterbottom (qualificou a Inglaterra para os mundiais de 1950, 1954, 1958 e 1962), é o quarto selecionador, ex aequo, com mais vitórias (53) em jogos oficiais, atrás de Joachim Löw (69), Carlos Alberto Parreira (57), Lars Lagerbäck (54) e em igualdade de circunstâncias com Vicente Del Bosque (53). Além disso, a equipa iraniana é a melhor selecção asiática do ranking FIFA desde que o português lá está, não perde um jogo desde janeiro de 2015 e carimbou o passaporte para o Rússia2018 sem sofrer um único golo. Senhoras e senhores, o professor Queiroz

  • Íc, íc, íc, hurra. Toda a gente tem um bom plano, até levar um murro na cara (por Mike Tyson)

    Liga dos Campeões

    A Juventus foi surpreendida pelo Mónaco que entrou com três centrais, quatro médios, um médio ofensivo e dois avançados. Por outras palavras, mimetizou o desenho da Juve. Se não conseguia vencê-los nos seus próprios termos, Jardim imitou-os e a coisa resultou até a Juve assentar. Depois, quando a equipa italiana desferiu um golpe, por Mandzukíc, o plano de Lenardo e o Mónaco ruiram. Dois anos depois, a equipa italiana volta à final da Champions

  • Bang, bang, Jonas Pistolas

    Futebol nacional

    O Benfica sofreu para ganhar ao Estoril. Fê-lo com dois golos de Jonas, o melhor futebolista dos encarnados e, provavelmente, do campeonato, que resolveu um jogo em que os canarinhos tiveram oportunidades para somar um ponto