Tribuna Expresso

Perfil

João Santos Duarte

João Santos Duarte

Jornalista

Vem de uma pequena aldeia chamada Amor, perto de Leiria, e tem muito orgulho nisso. Foi estudar jornalismo para Lisboa porque o que gostava mesmo era de escrever. Acabou por apaixonar-se pelos microfones da rádio, onde esteve vários anos, e agora dedica-se a aventuras multimédia e narrativas digitais. Tem mais de 1,90m, e aproveita para esclarecer o mundo de uma vez por todas: não, não é bom a basquete, e o tempo lá em cima está sempre igual ao tempo aí em baixo. É do Benfica e do Dínamo de Kiev. Utiliza frequentemente a expressão "genial!" para descrever as incidências do quotidiano, mesmo as mais banais. Se pudesse conhecer uma personalidade, de qualquer época, ia beber uma cerveja com Bukowski.​

  • Vieram da água e à água voltarão

    Multimédia

    A história de uma corrida em que a luta voltou a ser entre o Homem e o mar, e não entre o barco e o mar. A maior regata à volta do mundo em vela – a Volvo Ocean Race – está em Lisboa e nos últimos meses fez da capital portuguesa a sua base. Uma reportagem multimédia que mostra como se prepara uma prova desta dimensão, desde a construção dos barcos até ao início daquela que é a maior aventura no mar dos tempos modernos

  • As mãos na água, a cabeça no mar

    Surf

    O título do livro de Mário Cesariny podia ser um dos lemas da vida de Frederico Morais. Ele tem as mãos na água de cada vez que toca na prancha, no fato, num abraço ao pai ou no cabelo com sal e aloirado pelo sol. Que são muitas vezes, porque a cabeça de Kikas está sempre no mar e nas ondas desde que a mãe, à beira da água, o viu, pela primeira vez, a pôr-se de pé na prancha, aos 7 anos

  • Onde estás tu, Rei Shev?

    Quando as coisas estão más, a tendência de uma nação é virar-se para os heróis do passado. E, neste Europeu, há um país desesperadamente à procura do seu herói.

  • O traidor e o herói da pátria

    Há uma máxima incontornável no futebol: são 11 contra 11 e no final ganha a Alemanha (embora nem sempre aconteça). E há outra que começa a ganhar também contornos de imperativo categórico, ao bom estilo kantiano: se queres chegar à final terás de passar, algures pelo caminho, pela vizinha Polónia. Os dois países voltam a encontrar-se mais uma vez neste europeu, com destaque para dois jogadores cujas vidas se cruzam entre os dois lados da fronteira.

  • O jogador mais escaldante fica no banco

    Nunca entrou em campo na fase de qualificação. Joga num clube de terceira divisão em Inglaterra. Até à última não se sabia se iria a França com a sua seleção. Mas já prometeu incendiar as bancadas com um cântico que faz furor nas pistas de dança. Quem é este homem “on fire”?