Tribuna Expresso

Perfil

Lídia Paralta Gomes

Jornalista

Escreveu o primeiro texto sobre futebol aos 7 anos, quando a professora primária pediu uma redação de tema livre à turma. Daí até começar a esgueirar-se pela papelaria da terra para ler os desportivos à socapa foi um pequeno passo. Ainda tentou Direito, mas logo percebeu que aquela composição tinha o carimbo do destino. Estudou as artes do jornalismo na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e, depois de uma passagem por Madrid, aterrou em Lisboa para estagiar no Record. Por lá ficou seis anos, até chegar ao Expresso em 2016.

  • Egalité, Fraternité, Mbappé

    Mundial 2018

    Dois anos após perder o Europeu frente ao pragmatismo português, a França pragmática e coletiva se tornou. Num jogo em que foi, essencialmente, muito eficaz a aproveitar os erros do adversário e a matar na hora certa, os gauleses sagraram-se campeões do Mundo pela segunda vez, 20 anos depois, após vencerem a Croácia por 4-2. Depois de Mandzukic marcar na própria baliza, apareceram as figuras: Griezmann, Pogba e Mbappé, o futuro que já é presente, o homem que fechou a contagem

  • Os homens têm honra e todos os homens quiseram ganhar. No final, sorriram os mais maduros

    Mundial 2018

    Gostamos de desdenhar o jogo de atribuição do 3.º lugar do Mundial (e, aqui para nós, continua a ser meio dispensável), mas tal como em edições anteriores, Bélgica e Inglaterra deram um bom espectáculo, mostrando que por muito que a desilusão seja grande, a vontade de vencer continua a ser maior. Venceram os belgas, por 2-0, por serem uma equipa mais experiente e com mais talento. Os ingleses lá chegarão, têm tempo

  • Roberto Martínez, o discípulo de Confúcio: a história do espanhol forjado em Inglaterra que pode levar a Bélgica ao título mundial

    Bélgica

    Aos 44 anos, o treinador catalão, que nunca treinou no seu país, está muito perto de fazer história pela Bélgica no Mundial. Depois de deitar por terra o sonho brasileiro do "hexa" com uma abordagem tática que deixou meio mundo de boca aberta, para Roberto Martínez, um jogador mediano que aos 22 anos aceitou um convite que lhe mudou a vida, seguem-se as meias-finais com a França (às 19h, na RTP1 e Sport TV1)

  • Fagner, o jogador que podia não estar aqui, mas que agora é titular do Brasil

    Brasil

    Foi uma das surpresas da convocatória de Tite, ganhou o lugar no onze após a lesão de Danilo e manteve a confiança do selecionador quando o lateral ex-FC Porto recuperou. Fagner é um dos atores improváveis deste Brasil cheio de craques, mas o jogador do Corinthians podia não estar entre nós: aos 6 anos sofreu um acidente caricato que por pouco não o matou

  • E os vikings travaram mais um gigante no dia não de Messi

    Grupo D

    Depois de Portugal e Inglaterra no Euro 2016, a Islândia voltou a surpreender um favorito numa grande competição. Nada mais, nada menos que a Argentina de Lionel Messi, que na estreia na Rússia não conseguiu mais que um empate (1-1) frente a uma muito bem organizada equipa nórdica. Foi uma surpresa, é certo, mas será cada vez menos

  • Anthony Lopes

    Portugal

    Este perfil faz parte do raio-x que a Tribuna Expresso publica de cada um dos 23 convocados por Fernando Santos para o Mundial de 2018, um por um

  • Beto

    Portugal

    Este perfil faz parte do raio-x que a Tribuna Expresso publica de cada um dos 23 convocados por Fernando Santos para o Mundial de 2018, um por um

  • Warriors-Cavs IV, ou mais um tomo do interminável duelo entre a melhor equipa e o melhor jogador da NBA

    NBA

    A final da NBA de 2017/18, que arranca esta madrugada, é a mesma de há um ano. E de há dois. E de há três, coisa que nunca aconteceu em qualquer uma das quatro principais ligas desportivas norte-americanas. De um lado LeBron James, alma e motor praticamente único dos Cleveland Cavaliers, uma máquina de jogar basquetebol, que aos 33 anos parece mais forte que nunca. E do outro os Warriors, a superequipa de Kevin Durant, Stephen Curry, Klay Thompson e Draymond Green. É possível que a melhor liga de basquetebol do mundo esteja a ficar um pouco previsível, mas é inegável o privilégio que é assistir a esta história, que segue para o 4.º capítulo