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Bruno é vassalo de Pinto da Costa, a guerrilha é culpa de FCP e SCP, Proença está de mãos atadas (a entrevista de Luís Bernardo ao Record)

O diretor de comunicação do Benfica deu uma longa entrevitsa ao jornal desportivo na qual acusa os rivais de coagirem os árbitros e aponta fragilidades na liderança de Pedro Proença e de Bruno de Carvalho

Expresso

PATRICIA DE MELO MOREIRA

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Luís Bernardo, diretor de comunicação do Benfica, deu uma extensa entrevista de três páginas ao jornal Record na qual abordou alguns temas quentes da bola à portuguesa. Bernardo falou, sobretudo, do ambiente de coação que se vive, e que ele atribui à forma de fazer as coisas de FCP e de SCP, da liderança ausente de Pedro Proença, que deveria chegar-se à frente para resolver alguns problemas, e da estranheza que lhe causa, diz, ver Bruno de Carvalho ser agora o “braço-direito” de Pinto da Costa.

Este é um apanhado da entrevsta.

A GUERRILHA

[ambiente de guerrilha] Não sejamos redutores. Não é meramente comunicacional. Veja-se a notícia da vandalização da casa do árbitro Vasco Santos, objeto de uma campanha concertada durante as duas últimas semanas com constantes insinuações e acusações de FC Porto e Sporting. Sejamos claros, os principais responsáveis por esta ação concertada de calúnias, insinuações e coação sobre os árbitros são Bruno de Carvalho e Pinto da Costa

A liderança de Proença

“O presidente da Liga [Pedro Proença] - importa realçar a Liga - tem de assumir uma posição firme e a verdade é que tem estado ausente, fugindo de assumir as responsabilidades. Pedro Proença chegou ao lugar apoiado por FC Porto e Sporting e talvez por isso se sinta de mãos atadas. Para tudo há um limite. Ainda na época passada quiseram chamra a Liga chamando-lhe ‘Liga Salazar’”

A aliança rival

“É incompreensível. Uma aliança negativa nunca pode ser boa. Assumem quase como prioridade que, antes de serem campeões, o importante é que o Benfica seja vencido. Internamente, comentávamos [...] que, se o FC Porto fosse campeão, uma delegação do Sporting ainda seria vista nos Aliados a festejar”.

A vassalagem de BdC

Bruno de Carvalho é problema dos sportinguistas. Surgiu há quatro anos como regenador do futebol português e hoje é uma espécie de submisso braço direito e vassalo da estratégia de Pinto da Costa

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