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Os dois detidos da operação e-toupeira em silêncio

Paulo Gonçalves e José Nogueira Silva não prestaram declarações no Tribunal de Instrução Criminal. Medidas de coação deverão ser conhecidas esta quarta-feira

Hugo Franco

O Estádio da Luz

Tiago Petinga/Lusa

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O assessor jurídico do Benfica Paulo Gonçalves e o técnico de informática José Nogueira Silva, os dois principais protagonistas da operação e-toupeira, remeteram-se ao silêncio no Tribunal de Instrução Criminal, em Lisboa.

Ainda esta quarta-feira deverão ser conhecidas as medidas de coação aplicadas pela juíza de instrução, Cláudia Pina.

O processo que investiga as alegadas fugas de informação do sistema informático da Justiça sobre investigações ao Benfica tem ao total cinco arguidos.

Existem também dois funcionários judiciais e um agente de futebol suspeitos da prática dos crimes de corrupção ativa e passiva, acesso ilegítimo, violação de segredo de justiça, falsidade informática e favorecimento pessoal.