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Rui Vitória: “Somos animais de competição, temos que nos adaptar às circunstâncias do jogo”

Na véspera da deslocação ao terreno do Feirense (sábado, 18h15, SportTV1), o treinador do Benfica desvalorizou a meteorologia, o estado da relvado e o possível antijogo, garantindo que a equipa está preparada para enfrentar qualquer adversidade

Hugo Miguel Ferreira

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A próxima “final”

"O que caracteriza o Benfica é raça, crer e ambição. Isto tem de estar presente em todos os momentos. Vai ser um jogo exigente contra uma equipa de que particularmente gosto, pela forma como se entrega ao jogo. Jogar contra o Benfica é sempre motivo de grande motivação. Temos de ter capacidade individual e coletiva para resolver um jogo que prevejo difícil.”

As condições meteorológicas e relvado

“Não gosto de falar de 'ses'. Amanhã logo se verá. Somos animais de competição, temos que nos adaptar às circunstâncias do jogo, a nossa postura competitiva tem que saber adaptar-se consoante aquilo que o jogo pedir.”

A aproximação ao líder FC Porto

“Há três ou quatro semanas que tenho dito que não é o resultado dos outros que nos guia. Não é pelo FC Porto ter perdido pontos que vamos alterar a nossa forma de estar na competição.

No dia seguinte os jogadores apareceram com a mesma tranquilidade. O nosso grande foco somos nós, guiamo-nos apenas pelo nosso trabalho.”

Os elogios de Sérgio Conceição

“Agradeço a citação, mas estou focado nas oito finais que temos pela frente, não ligo ao que dizem quer seja bom ou mau. Estou de bem com a vida, nada me altera.”

A questão do possível antijogo dos 'pequenos'

“Vai ser um jogo difícil para as duas equipas, cada uma vai usar os seus argumentos, mas não tenho medo de competir e questões sobre antijogo não são para mim.”

A chamada de Rúben Dias à seleção portuguesa

“Uma chamada à seleção vai acelerar aquela cabeça, pernas, o organismo todo. É um jovem que cresceu na formação do Benfica e de repente está na seleção nacional, e os últimos centrais do Benfica que me lembre na seleção são Paulo Madeira e Hélder Cristóvão. Quando vier estou convencido que volta ainda melhor e mais motivado, se possível.”

A não chamada de Jonas à seleção brasileira

"Eu nunca vi o selecionador brasileiro a dizer por que é que eu jogo com o Salvio e não com o Willock, ou porque jogo com o Jardel e não com o Kalaica. O selecionador escolhe quem entende, pode ter uma visão que nós não temos, mas quem sou eu para estar a criticar a sua escolha?”