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11 razões para o Benfica estar atento (e preocupado) com a crise no Sporting

Investigações ao clube encarnado não pararam: toupeiras, Lex, emails, árbitros e jogos de futebol continuam na mira de MP e da PJ

Hugo Franco

Gualter Fatia/Getty

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Alegados subornos a árbitros de andebol e jogadores de futebol, agressões de adeptos em Alcochete, duelo entre dirigentes e a Justiça. O Benfica tem razões para não desprezar a crise vivida no Sporting nas últimas semanas. Também o clube da luz é alvo de investigações por parte do Ministério Público e da Polícia Judiciária. Algumas delas podem terminar em acusação e até em julgamento. O Expresso enumera as maiores dores de cabeça do clube com a Justiça

1. Toupeira

José Augusto Silva, técnico do Instituto de Gestão Financeira e Equipamento da Justiça, é a chave na operação e-toupeira. Trata-se de um caso em que se investiga uma teia de corrupção que passaria pela consulta ilegal de processos-crime relacionados com o Benfica por parte do funcionário judicial do tribunal de Guimarães. Este benfiquista ferrenho, que está em prisão preventiva, terá passado informação que se encontra em segredo de justiça a Paulo Gonçalves, assessor jurídico do clube e também arguido no caso. José Augusto Silva chegou a usar a password de uma procuradora do DIAP de Lisboa para aceder às investigações. Está em prisão preventiva desde 8 de março, altura das buscas da PJ e MP.

2. Arguido a dobrar

Paulo Gonçalves é para os investigadores da PJ e procuradores do MP um dos suspeitos principais da operação e-toupeira. Em junho de 2017 terá pedido a José Augusto Silva para aceder ilegalmente ao Citius, plataforma informática interna utilizada pelos agentes da Justiça, de forma a seguirem de perto o cerco montado pelas autoridades ao clube da Luz. Mas o assessor jurídico dos encarnados é ainda arguido no caso dos e-mails desde outubro de 2017.

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