Tribuna Expresso

Perfil

Entrevistas Tribuna

“Nunca me fez falta um empresário. Orgulho-me de serem os presidentes a ligar-me quando me querem contratar”

Após 20 anos de banco, José Mota concretizou o sonho para sempre adiado como jogador: jogar no Jamor. Esta quarta-feira, frente ao Caldas, a quimera da final da Taça de Portugal tornou-se realidade, mais saborosa por ser um feito também inédito para o Aves. É, a par do adversário Jorge Jesus, um dos técnicos no ativo com mais jogos de I Liga

Isabel Paulo

Depois dos festejos no Campo da Mata, nas Caldas da Rainha, José Mota, 54 anos, e a equipa foram saudados de madrugada por centenas de adeptos à chegada à vila das Aves

Lusa

Partilhar

Quando é que começou a acreditar que seria desta que chegava ao Jamor?
Após a vitória (1-0) na primeira mão, a crença que seríamos capazes ficou mais próxima, mas no futebol tudo é possível, como provou o Caldas ao chegar às meias-finais e ao dar luta até ao prolongamento.

Aos 54 anos concretizou um velho sonho...
Um dos maiores da minha vida, confesso. Era uma ambição desde os meus tempos de jogador e nunca o consegui. Como treinador, estive lá perto, mas a sorte bateu ao lado. Em 2002/2003, então no Paços de Ferreira, jogámos a meia-final com a União de Leiria, que marcou aos 92 minutos. Era só um jogo e o sonho morreu ali...

Para continuar a ler o artigo, clique AQUI
(acesso gratuito: basta usar o código que está na capa da revista E do Expresso. pode usar a app do Expresso - iOS e android - para fotografar o código e o acesso será logo concedido)