Euro 2016

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O engenheiro do empate

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Não vos vou mentir e dizer que, quando embarquei num belo avião da TAP rumo a Paris, a 7 de junho, achava que Portugal ia chegar às meias-finais do Euro-2016. Não achava. Desculpem. Nem quando Portugal calhou no lado 'favorável' do quadro de jogos e muito menos ontem, quando o árbitro Felix Brych apitou para o final do prolongamento.

É que nestas coisas o meu lado racional é mais forte do que o emocional (bom, tem dias) e a Polónia tinha despachado a Suíça nos penáltis com categoria — cinco marcados, sem hipótese. A verdade é que tanto eu como os meus colegas do lado (que permanecerão anónimos para não serem gozados como eu certamente serei depois de escrever isto) já metíamos as mãos na cabeça e pensávamos na melhor maneira de regressar a Paris e, depois, a Portugal.

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