Euro 2016

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Uma crónica angustiante sobre o dia em que ficámos a olhar de cima e não mais para cima

Porque a bola que Eder recebeu, protegeu, aguentou com três toques e rematou, desengonçado pela fé do pontapé, nos fará ter saudades para sempre do tal dia - o dia em que pudemos dizer que somos os melhores

Diogo Pombo

Foi há um ano que Eder não olhou para a baliza em que rematou a bola mais importante do nosso futebol

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- Almoçamos?

A manhã já vai longa e leio esta mensagem no telemóvel. Acabo de acordar. Estou de rastos, são trinta e tal dias seguidos a trabalhar, a ir para a cama cansado, a sair dela na mesma, a dormir poucas horas, a comer a más horas e a engolir quilómetros todos os dias. E digo-o ao Duarte.

Não são desculpas, são desabafos a um amigo de faculdade, que vive e trabalha fora há anos e que está em Paris no dia em que Paris pode significar tudo e mais alguma coisa para nós. Já estou nervoso quando lhe escrevo que sim e acertamos as agulhas do sítio para reunir.

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