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Football Leaks

A teia que a Doyen teceu para lucrar com o futebol europeu

Criada em 2011, a Doyen investiu milhões de euros em jogadores de futebol, ao mesmo tempo que faturava pela intermediação das suas transferências entre clubes. Gerida pelo empresário português Nélio Lucas, viu o presidente do Sporting declarar-lhe guerra. O Expresso mostra-lhe agora parte da teia de interesses e relações da Doyen

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A Doyen não é só Nélio Lucas ou Marcos Rojo - é mais do que isso. Para perceber onde está e com quem está este fundo de investimento, percorra as ligações da infografia interativa que pode consultar AQUI, na qual encontrará a maior parte dos clubes, jogadores, agentes, empresários e empresas que estão direta ou indiretamente relacionados com os negócios da bola da família Arif. Isto são informações que decorrem da análise do consórcio EIC, ao qual o Expresso se associou, e aos 18,6 milhões de documentos da plafatorma “Football Leaks” - nelas estão as pistas que ajudam, por exemplo, a perceber de onde vem a fortuna dos quatro irmãos Arif, os homens por trás da Doyen.

Para o presidente do Sporting, Bruno de Carvalho, a Doyen tornou-se um dos alvos a abater. Em 2014, quando transferiu Marcos Rojo para o Manchester United por 20 milhões de euros, Bruno de Carvalho decidiu invocar a nulidade de um contrato feito dois anos antes com a Doyen, que concedia a esta empresa 75% dos direitos económicos de Rojo. O resultado: um processo arbitral na Suíça que condenou os leões a entregar à Doyen 12 milhões de euros. O Sporting recorreu, mas há dias o Supremo Tribunal da Suíça confirmou a decisão de primeira instância.

Para continuar a ler o artigo e consultar a infografia dinâmica, clique AQUI
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