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Futebol feminino

A jogadora portuguesa é jovem, instruída, mal paga e discriminada. Mas o futuro do futebol é feminino

Nesta quinta-feira em que se assinalou o Dia Internacional da Mulher, o Expresso revela os resultados de um inquérito feito pelo Sindicato dos Jogadores às jogadoras de futebol portuguesas, que estão cada vez melhores, mas ainda precisam de mais condições: a maioria não recebe para jogar

Mariana Cabral e Carlos Esteves

Esta semana, a seleção portuguesa, 38ª do mundo, terminou a Algarve Cup no 3º lugar, superando equipas que estão à sua frente no ranking da FIFA: Austrália (4ª), Noruega (14ª) e China (16ª)

RICARDO NASCIMENTO/epa

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É provável que o leitor não conheça os nomes que se seguem, mas é preciso dizê-los (e depois já vamos ao porquê):

- Hedvig Lindahl (seleção: Suécia; clube: Chelsea);
- Lucy Bronze (Inglaterra; Lyon);
- Nilla Fischer (Suécia; Wolfsburg);
- Wendie Renard (França; Lyon);
- Irene Paredes (Espanha; PSG);
- Camille Abily (França; Lyon);
- Dzsenifer Marozsán (Alemanha; Lyon);
- Marta (Brasil; Orlando Pride);
- Pernille Harder (Dinamarca, Wolfsburg);
- Lieke Martens (Holanda; Barcelona);

- Alex Morgan (EUA; Orlando Pride).

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