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Mercado de inverno: o que já aconteceu, o que pode acontecer e o que é altamente improvável

Será Lindelöf finalmente vendido ao Man. United? Vai sair a renovação de Gelson Martins? Brahimi regressa da CAN? E quantos milhões vão os clubes chineses esbanjar? Estas e outras perguntas estarão respondidas lá para o final do mês, quando encerrar a janela de transferências de janeiro

Lídia Paralta Gomes

VAI/NÃO VAI Impasses à parte, a transferência de Victor Lindelof para o Man. United poderá rechear os cofres do Benfica com 45 milhões de euros

ANTÓNIO COTRIM/LUSA

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Não há como não ter carinho pelo mercado de inverno. Sem ele era impossível nomes como Sinama Pongolle, Nalitzis, Koke ou Ribas pulularem no imaginário sportinguista. Sem o mercado de inverno, como teriam os benfiquistas nas suas cabeças (ou nos seus pesadelos) os nomes de Delibasic ou Dean Saunders? E teríamos recordações de Ivan Kaviedes, Leandro do Bonfim, Leo Lima ou Lucas Mareque, tudo presentes de Natal deixados ali para os lados das Antas/Dragão?

Pois bem, a janela de transferências de janeiro é quase sempre lembrada pelas piores razões (ou pelas razões mais cómicas, depende da perspetiva), mas nem tudo tem sido apocalíptico. O Sporting, por exemplo, recorda com saudade a chegada a meio da época de César Prates, Mbo Mpenza e André Cruz, todos eles essenciais para a conquista do título de 1999/2000 (nessa leva também veio um tal de Robert Spehar, mas isso pouco interessa agora). Já Benfica e FC Porto têm conseguido importantes encaixes financeiros nos últimos mercados de janeiro.

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