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Hulk, acusado de racismo e de agredir o adjunto chinês, defende-se: “Estão a querer manchar a minha imagem”

O jogador foi para as redes sociais afirmar que está de “consciência tranquila”

Lusa

JOHANNES EISELE

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O futebolista brasileiro Hulk, acusado de “desprezar os chineses” e de ter agredido um treinador no domingo, negou hoje todas as acusações e afirmou que querem manchar a sua imagem. “Infelizmente, estão a tentar manchar a minha imagem”, escreveu o avançado brasileiro na rede social Weibo, o equivalente chinês ao Twitter.

Hulk, que desde 2016 representa o Shangai SIPG, foi acusado pelo treinador do Guizhou Zhicheng, Li Bing, de ter agredido o seu adjunto, no intervalo do jogo entre as duas equipas.

Segundo Li Bing, a agressão ocorreu no túnel de acesso ao relvado e terá sido motivada por questões racistas.

“Estou de consciência tranquila. Deus sabe que só quero fazer o que mais gosto: Jogar futebol!”, disse o jogador, acrescentando: “Gosto muito de estar na China, admito e respeito todos os chineses”.

O Shangai SIPG, treinado pelo português André Villas-Boas, ocupa a segunda posição da liga chinesa, com menos dois pontos que o líder e hexacampeão, o Guangzhou Evergrande.

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