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Foi o desgosto que deixou Buffon no banco frente à Sampdoria

Guardião ainda não terá recuperado da desilusão que foi a não qualificação da Itália para o Mundial de 2018 e este domingo não foi titular em Génova

Expresso

MARCO BERTORELLO/Getty

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Há imagens um pouco estranhas pela sua rareza e uma delas é ver Gianluigi Buffon sentado num banco de suplentes.

Mas foi isso mesmo que aconteceu esta tarde, em Génova, onde a Juventus foi jogar com a Sampdoria, com Wojciech Szcesny na baliza, em vez do veterano italiano.

Tudo se explica pelo desgosto. Isso mesmo. Mesmo antes do apito inicial, Massimiliano Allegri justificou a opção, lembrando os efeitos da hecatombe nacional que foi a não qualificação da seleção italiana para o Mundial do próximo ano.

"Alguns dos internacionais ainda estão a lidar com o desapontamento. Depois de 15 dias com a seleção, houve um enorme desgaste físico, mas sobretudo mental", começou por explicar o técnico da Juventus. "Para Buffon seria o sexto Mundial e, como se compreende, foi uma grande desilusão. Mas ele está em forma e a reagir da melhor maneira".

No preciso dia em que se comemoram 22 anos da estreia de Buffon como profissional, num Parma-Milan que acabou em nulo, o guardião não terá ficado menos desgostoso com o que se passou em Génova: a Juventus acabou por perder o encontro por 3-2, tendo estado mesmo em desvantagem por 3-0, com Higuain e Dybala a reduzirem já para lá do minuto 90.

A equipa de Turim deixou assim fugir ainda mais o líder Nápoles, que já está com 4 pontos de vantagem para os campeões em título.