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Alex Ferguson já acordou e falou com os familiares

No dia em que se cumprem cinco anos de Alex Ferguson anunciar uma má notícia, eis que temos uma boa. O antigo treinador escocês, cujo nome se confunde com o do Manchester United, acordou na segunda-feira de um coma, após ter sido operado de urgência, no fim de semana, devido a um derrame cerebral

Diogo Pombo

Laurence Griffiths

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Primeiro, a boa notícia: o treinador com dois Mundiais de Clubes, um par de Liga dos Campeões, treze Premier Leagues e outros muitos e variados títulos pelo Manchester United acordou, na segunda-feira, do coma em que estava desde sábado, quando foi operado de urgência devido a um derrame cerebral. O Daily Mail escreve, esta terça-feira, que o escocês, de 76 anos, conversou com os familiares presentes no quarto do hospital e até já se levantou da cama.

A publicação inglesa avança que a operação "correu muito bem", lembrando que a recuperação deverá ser morosa apesar de todo o otimismo de pessoas próximas de Alex Ferguson. O estado clínico do técnico levou a que, desde o fim de semana, muitos futebolistas e pessoas ligadas ao futebol manifestassem publicamente o seu apoio, como Arsène Wenger, Cristiano Ronaldo, Ryan Giggs e quase todos os jogadores que o escocês treinou ao longo de 27 anos no Manchester United.

Agora, a recordação de uma má notícia: neste 8 de maio assinalam-se os cinco anos cumpridos desde o dia em que Alex Ferguson anunciou o fim dessa longa, vitoriosa e bem-sucedida existência que teve no clube vermelho de Manchester.

Em 2013, já quase no final de uma época em que conquistaria a décima terceira e última Premier League da carreira. Ao todo, o escocês deixou 32 títulos no clube e um legado do qual o Manchester United ainda está a ressacar, lentamente recuperando de um estado combalido no qual ainda não voltou a ganhar um campeonato.

Até sofrer o derrame cerebral, Alex Ferguson continuava a ser uma presença assídua em Old Trafford, estádio do Manchester United - onde uma das bancadas tem o seu nome -, para assistir a jogos da equipa. No último fim de semana de abril, aliás, esteve presente no relvado para homenagear Arsène Wenger, francês que vai sair do Arsenal no final desta temporada, ao fim de 22 anos, e que foi quase um equivalente de Ferguson no clube de Londres.