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“Voltei a Portugal para matar saudades da comida”

Cinco anos depois de ter trocado o Sporting pelo Blackburn Rovers, Simon Vukcevic voltou a Portugal para jogar no renascido Chaves, que hoje recebe o Benfica após 18 anos de travessia no deserto dos escalões secundários. Aos 30 anos, a ex-estrela do Sporting confia no trabalho sério da equipa, no engenho com que marcou dois golos ao Benfica e na pontinha de sorte que faz com que tudo possa acontecer em 90 minutos

Isabel Paulo

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Ian Walton

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O Chaves e o Benfica são as únicas equipas ainda sem derrotas na I Liga? Vão segurar o empate e manter a invencibilidade? Não. Sinceramente, acho que vai ser um jogo difícil para o Benfica, vamos jogar para vencer porque é este o nosso trabalho e em 90 minutos tudo pode mesmo acontecer.

Mas reconhece que o Benfica é naturalmente favorito.... Alguém esperava que o Rio Ave ganhasse ao Sporting? E vencer, logo por 3-1. Não há equipas imbatíveis.

Não há equipas invencíveis, embora neste caso o Benfica seja à partida mais forte de vários domínios. A diferança real é muita. O Júlio César ganha mais do que todo o nosso plantel, mas o que conta é dentro de campo (risos). Somos uma equipa unida, com um coletivo bom.

Surpreendido com o sexto lugar, a um ponto do Rio Ave, Braga e FC Porto? Não me surpreende que temos feito um trabalho sério. O maior mérito é do nosso treinador.

O que o fez regressar a Portugal depois de ter jogado em Inglaterra, Ucrânia, Sérvia, Grécia e Chipre? As pessoas, o clima e muitas saudades da comida. Muito boa mesmo, aqui em Chaves ainda melhor. E futebol em Portugal é outra montra, apesar de já não ser novo.