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“Nunca vi o FC Porto a perder tempo nos últimos minutos como perdeu hoje”

O treinador de guarda-redes do Desportivo de Chaves, que orientou a equipa no Dragão depois de Jorge Simão sair e antes do novo treinador (Ricardo Soares) chegar, diz que sente “orgulho em ser transmontano” pela forma como os jogadores se comportaram

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ESTELA SILVA/LUSA

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O que mudou na equipa na segunda parte

"Faltou-nos um bocadinho de atrevimento na segunda parte e capacidade na frente para segurar a bola. Desde que saiu o Rafael Lopes, ficámos mais debilidades na parte ofensiva. O FC Porto colocou dois pontas-de-lança, carregou e na segunda parte veio para cima de nós. A saída do Rafael Lopes, por lesão, obrigou-nos a mudar um pouco a estratégia."

Como a equipa não mudou sem Jorge Simão

"A nossa forma de estar foi a mesma de sempre. É a forma do Jorge Simão e jogámos de forma praticamente igual. A equipa estava montada assim, mas depois não foi fácil aguentar o FC Porto. Tivemos grandes oportunidades de fazer o segundo na primeira parte, não conseguimos. E, contra estas equipas, quem não marca, sofre."

O espírito transmontano

"Fiquei feliz por ver mais de mil transmontanos na bancada do Dragão, a uma segunda-feira à noite. Senti orgulho em ser transmontano. Nunca vi o FC Porto a perder tempo nos últimos minutos como perdeu hoje, contra nós. Senti-me muito orgulhoso por comandar estes jovens."