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Futebol nacional

O normal, o anormal, o instável e o toque no meio disto tudo

Agora sim, vamos a meio do campeonato de futebol. É altura para fazermos mais um balanço e constatar o seguinte: quem estava bem está melhor; quem estava assim-assim está bem; e quem estava muito bem ficou bem pior

Diogo Pombo

ilustração tiago pereira santos

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Não somos bem como os americanos, que veem o desporto como um sítio onde tem de haver quem ganhe e quem perca. Não gostam que haja algo no meio, um empate, nem vão à bola com males menores ou com duas equipas levarem os mesmos pontos para casa. Eles gostam que haja um melhor e um pior e com o futebol deles ou o beisebol criaram formas em que as regras não deixam que duas forças empatem. Nós não somos assim. Além de termos caído no caldeirão em pequeninos e não precisarmos de uma poção mágica para adorarmos futebol, gostamos de campeões antes de o serem.

Por isso vivemos num país que há anos e anos chega ao Natal e assinala um campeão. Mesmo que a altura da mesa cheia, dos presentes, do bolo rei e da fartura em família não seja na esquina que divide a reta de uma época. A altura de balanços e resumos e de ver o que foi feito é agora, duas jornadas volvidas. Chegámos a meio do campeonato, se bem que as coisas mudaram muito pouco.

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