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Agressor trabalhou seis meses na SPDE e não lhe renovaram contrato por problemas no cadastro criminal

Entre fevereiro e julho de 2014, Marco Gonçalves esteve sob contrato da empresa de segurança dirigida por Eduardo Silva, um dos 53 arguidos da Operação Fénix”

Isabel Paulo, Rui Gustavo e Pedro Candeias

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Marco Gonçalves também foi interrogado esta manhã no Tribunal de Gondomar, a instância competente dado as agressões terem ocorrido em Rio Tinto, tendo-lhe sido aplicada como medida de coação mais leve, Termo de Identidade e Residência.

O membro da claque dos Super Dragões foi funcionário da SPDE - Segurança Privada e Vigilância em Eventos, empresa dirigida por Eduardo Silva, um dos 53 acusados no processo em curso 'Operação Fénix' - entre fevereiro e julho de 2014. Não lhe renovaram o contrato porque, soube a Tribuna Expresso, teve problemas no registo do cadastro criminal. Neste momento, não tem atividade profissional declarada.

No processo Pinto da Costa e Antero Henrique são também acusados por terem alegadamente recorrido a segurança pessoal da SPDE, apesar de a empresa não ter alvará para prestar este tipo de serviço.

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