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Três jogadores acusados de corrupção estão em clubes estrangeiros

O guarda-redes Rafael Veloso, o avançado Leonel Alves e o defesa André Almeida jogam fora do país já depois de terem sido constituídos arguidos na Operação Jogo Duplo

Hugo Franco, Pedro Candeias e Rui Gustavo

Entre os 28 acusados da Operação Jogo Duplo existem vários jogadores mas também treinadores, empresários e um clube

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Quando o procurador-adjunto Hugo Neto terminou a acusação do caso Jogo Duplo, na última quarta-feira, três dos 28 arguidos não se encontravam em Portugal. Proibidos de jogar em equipas das divisões profissionais, o guarda-redes Rafael Veloso, o avançado Leonel Alves e o defesa André Almeida, que são suspeitos dos crimes de corrupção passiva em competição desportiva, optaram por viajar para o estrangeiro já depois das primeiras buscas e interrogatórios da Polícia Judiciária, em maio do ano passado.

Os três atuavam no Oriental, um dos clubes mais afetados pelo esquema de apostas ilegais (match-fixing), alegadamente liderada por uma rede de empresários de origem malaia que pagava cerca entre 5 a 20 mil euros aos atletas que cometessem erros propositados para prejudicar a sua equipa de forma a manipular os resultados.

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