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Presidentes de Sporting e Arouca constituídos arguidos no caso do 'túnel de Alvalade'

Federação Portuguesa de Futebol decidiu que ambos os presidentes serão alvos de processos disciplinares

Lusa

ANT\303\223NIO PEDRO SANTOS

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O Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) decidiu converter o processo de inquérito do 'caso do túnel de Alvalade', que opôs os presidentes de Sporting e Arouca, em processo disciplinar.

Após o final do jogo da 10.ª jornada da I Liga de futebol, a 6 de novembro, que os 'leões' venceram por 3-0, Bruno de Carvalho e Carlos Pinho desentenderam-se na zona dos balneários, levando mesmo à intervenção dos 'stewards' e da Polícia de Segurança Pública (PSP).

Em comunicado, o CD explica que a proposta da Comissão de Instrutores da Liga Portuguesa de Futebol Profissional foi deferida parcialmente.

Este processo disciplinar terá como arguidos os presidentes dos dois clubes, o futebolista do Arouca Velasquez e o diretor desportivo do clube aveirense, Joel Pinho, filho de Manuel Pinho.

Figuram também na lista de arguidos um 'steward', o coordenador de segurança do Sporting Miguel Aragão Martins Tunes, o diretor de campo Luís Carlos Guerreiro Ferrão, o oficial de ligação aos adeptos André Geraldes e a Sporting, SAD.

"Apurados indícios da existência de infrações disciplinares bem assim a identidade dos seus agentes determina-se que o processo de inquérito em que os arguidos tenham já sido ouvidos fique a constituir a fase instrutória do processo disciplinar cuja instauração ora se ordena (...) À Comissão de instrutores que deduza a acusação no prazo de 20 dias", refere ainda o comunicado do CD.