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Jorge Jesus, o roulement e uma lição: "Foi um passo atrás por não vencermos, mas demos dois à frente"

O treinador do Sporting, além de usar o francês para falar da rotação de jogadores, ficou contente com a exibição da equipa frente ao Marítimo porque muitos jogadores com poucos minutos nas pernas o terem deixado satisfeito

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Carlos Rodrigues

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O porquê de ter gostado do que viu

“Foi um bom jogo. Faltou-nos o objetivo, que era ganhar, mas havia outro, que era por a grande maioria dos jogadores que jogaram hoje, que não tinham jogado tanto. Era importante fazer um teste aos jogadores em competição. Treinar é uma coisa, jogar é outra. Houve algumas respostas boas."

Os dois passos à frente

"O 0-0 deixa tudo em aberto na mesma. Estou satisfeito com o jogo e do que a maioria dos jogadores fizeram, a jogar a sério. Repare, jogámos o último jogo com o Tondela, hoje é terça-feira, jogaste no sábado, lançámos estes porque eram os que achámos que estavam melhores.

Tem que haver um roulement de jogadores. Foi um passo atrás, por não vencermos, mas demos dois à frente, porque lançámos estes jogadores. Têm mais jogo, tenho mais certezas em relação a alguns."

Os exemplos que deu

"O Ristovski foi a primeira vez que jogou e deu-nos confianças para apostar mais nele. Quando o Piccini não estiver em condições, ele dá-nos mais segurança. Não tem a adaptação que o Piccini já tem, mas deu-nos a qualidade de que podermos contar com ele.

No Podence notou-se as quatro semanas que está fora, falta de ritmo. Serviu para ele, mas falta-lhe jogo. Ele é rápido, intensidade forte sem bola e esta meia-hora não o fez porque não tinha condições porque está há cinco semanas sem competir."