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Jorge Simão: "Sofrer um golo no momento em que estamos já quase a caminho de balneário nunca é fácil"

Treinador do Boavista sublinha a importância das bolas paradas na definição do resultado final do encontro entre axadrezados e o Sporting. "Eles são fortes porque tem jogadores acima de 1,90 metros", lembrou na flash da Sport TV

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MANUEL ARAÚJO/EPA

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Equilíbrio na 1.ª parte

“A 1.ª parte foi equilibrada, controlada, em que o Sporting enquadra unicamente um remate à nossa baliza. Sofrer o golo, já é mau. Sofrê-lo no momento em que estamos já quase a caminho de balneário nunca é um momento fácil”

Momento chave

“Entrámos serenos. Fizemos um golo que nos iria relançar para um segundo e o momento chave é o terceiro golo do Sporting, que deita por terra as possibilidades de entrarmos no jogo. Continuámos a lutar e aqui fica uma palavra de elogio para os jogadores: foram bravos até ao fim”

Bolas paradas


“As bolas paradas fazem a diferença. Foram dois golos deles de bola parada, em que o Sporting é forte porque tem muitos jogadores acima de 1,90 metros e não é fácil pará-los”