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Quem petisca não é quem arrisca. É quem não tem medo

O Benfica-Sporting de quarta-feira pode ter ser contado como uma estória de como o risco leva a melhor sobre o comedimento, quando, além das questões táticas e estratégicas, nos dedicamos a ele com tudo o que temos

Diogo Pombo

Krovinovic, o jogador que fez a diferença na equipa do Benfica

Foto Miguel A. Lopes/Lusa

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Houve, na quarta-feira, um momento na segunda parte em que uma das equipas esteve mais do que 10 segundos com a bola controlada para lá da fronteira do meio campo. Fez passes pela relva, com calma, à procura do terceiro homem quando se respeita a ideia de fazer triângulos de três jogadores, em que um passa e se mexe para ficar livre.

Este homem, como quase tudo o que de bom o Sporting fez no dérbi em posse, foi Bruno Fernandes, o tipo que vinha, tocava e ia e que mais vezes tocou (63) na bola da equipa, durante o jogo.

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