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Um estômago capaz de engolir um boi

“Árbitros discutem” era o título de uma das matérias que estavam na primeira página do Expresso na edição inaugural do jornal. Quarenta e cinco anos depois desse 6 de janeiro de 1973, os árbitros talvez continuem a discutir entre si mas são sobretudo os árbitros a serem discutidos. Todos os dias, continuamente, às vezes violentamente. Duarte Gomes, ele que tem a mesma idade que o Expresso e que praticou essa que é uma das atividades mais complexas do mundo, explica porque é que um árbitro tem de ter uma “dose significativa de loucura e um estômago capaz de engolir um boi”

Duarte Gomes

A grande revolução digital da arbitragem começou este ano com a introdução do videoárbitro

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As discussões de décadas em torno da arbitragem

Não deixa de ser engraçado perceber que o aniversário do Jornal Expresso coincide com o meu. É que também eu farei 45 anos em breve. Talvez por isso não serei a pessoa certa para saber o que se discutia sobre arbitragem na altura da sua fundação. Estava longe de ser gente e a muitos anos-luz de me tornar árbitro de futebol.

O que sei? Bem, sei que no início dos anos setenta o país estava a maturar uma valente convulsão política, que teria fortes repercussões nas várias áreas de atividade da vida nacional. E no futebol também, obviamente.

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