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Mais uma medalha olímpica manchada pelo doping

A maratonista queniana, medalha de ouro no Rio, foi submetida a um controlo anti doping esta semana. As análises deram positivo para a presença de uma substância proibida

Sónia Santos Costa

Pool

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Corria o ano de 2016 e os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro quando Jemima Sumgong viu o seu nome escrito na história do Quénia, ao tornar-se a primeira atleta da sua nacionalidade a vencer a maratona olímpica.

No entanto, a história teve uma reviravolta - e a permanência da atleta de 32 anos nas competições está em risco. Testes anti-doping levados a cabo de surpresa, no Quénia, revelaram a presença de eritropoietina (EPO), uma substância proibida, na sua amostra de sangue, de acordo com a Associação Internacional de Federações de Atletismo (IAAF).

Caso a segunda amostra de sangue de Sumgong também dê positivo para a presença desta substância, a atleta medalhada - que também venceu a Maratona de Londres de 2016 - será provisoriamente suspensa das competições e sancionada.

Entre 2011 e 2016, mais de quarenta atletas quenianos falharam testes de controlo de doping. Entre os castigados está a maratonista Rita Jeptoo, de 36 anos - que, após obter um resultado positivo para presença de substâncias potenciadoras da performance num teste de controlo em 2014, foi banida das competições por 4 anos.