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Liga dos Campeões

Fé em Ederson e penálti para Aubameyang

Se tivéssemos que escolher um motivo pelo qual o Benfica joga esta quarta-feira (19h45, SPORT TV1), em Dortmund, com hipóteses de seguir vivo na Liga dos Campeões, ele seria Ederson. O guarda-redes maravilha segurou a vantagem na primeira mão e os encarnados têm agora de se aguentar numa casa onde os alemães não perdem há 16 jogos. Na Luz, o brasileiro valeu ouro. Se ele, e a equipa, ultrapassarem o Borussia vão passar a valer 6,5 milhões de euros – o prémio pela passagem aos quartos-de-final da competição

Diogo Pombo

NÃO PASSOU NADA. Ederson foi o herói do Benfica na primeira mão, ao parar tudo o que foi rematado à sua baliza

Foto: EPA/António Cotrim

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Há muitos, muitos anos, houve um negócio em que um clube pagou cerca de €37,5 milhões a outro para lhe levar um guarda-redes. Na altura, estranhou-se a quantia gasta em alguém com 1,91m, desengonçado, de luvas nas mãos e cujo valor daria para comprar uns quantos craques para levar a bola à baliza dos outros. Ou talvez esta frase não se justifique, tendo em conta que, em 2001, esse tal guarda-redes chamava-se Gianluigi Buffon.

Em retrospetiva, portanto, a Juventus acabou por fazer um negócio da China, quando os negócios à moda da China ainda eram o que costumavam ser – baratos, proveitosos, a renderem cada um dos não muitos cêntimos gastos. Buffon, com os 16 anos que leva na Juve, tornou-se no melhor guarda-redes do mundo e fez com que as bolas que parava dessem tantos pontos quantos os que resultava das bolas que um médio ou um avançado rematava no lado oposto do campo.

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