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Felipe, o treinador: "Precisávamos da equipa um pouco mais curta, para pressionar, e não deixar a equipa deles virar o jogo ao meio"

O defesa central portistas analisou a forma como a equipa deixou o Besiktas jogar, deixou os jogadores afastados entre si e não conseguiu impedir que os turcos variassem o centro de jogo

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MIGUEL RIOPA

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O que se passou?

“A nossa equipa não fez um mau jogo, se pegar em todas as estatísticas. Mais cantos, mais remates, mas faltou um pouco de mais aproveitamento. Um pouco de mais agressividade na primeira parte. Melhorámos na segunda parte, mas não conseguimos chegar ao golo, que era o nosso objetivo."

A análise tática

Eles, com as poucas oportunidades que tiveram, que foram seis, salvo erro [foram mesmo], conseguiram marcar. Este jogo é para aprender e corrigir. Também sabemos que jogámos contra uma equipa muito bem organizada e que tem qualidade. Temos de ter atenção ao que fizemos e corrigir para a próxima semana.

Ao intervalo falaram sobre a falta de controlo a meio campo?

"Não necessariamente. Acho que faltou mais aproximação, a equipa estava muito longa. A correção para a segunda parte foi essa: a equipa um pouco mais curta, para pressionar, e não deixar a equipa deles virar o jogo ao meio, como estava a fazer. Mas há que levantar a cabeça, foi um grande jogo e tivemos muitas oportunidades."

E agora?

"Faltou agressividade. A gente tem que rever durante a semana e corrigir para que não volte a acontecer. A gente sabe que é o primeiro jogo, mas, também, são poucos jogos. Agora é fazer pontos fora de casa e ver se conseguimos ter uma reação, para nos qualificarmos."