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Sim, ganhámos o Super Bowl. Não, não vamos à Casa Branca

Os New England Patriots foram convidados para ir à Casa Branca celebrar com Donald Trump, mas há jogadores a recusar o convite

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Devin McCourty não está interessado em conhecer o presidente Donald Trump

Jamie Squire

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Se pensa que um convite do presidente dos EUA é um convite irrecusável, pense novamente. "Não vou à Casa Branca. A razão é simples: não me vou sentir bem lá. Com o presidente a ter tantas opiniões fortes e preconceitos, acredito que algumas pessoas se sintam bem lá, mas outras não", explicou Devin McCourty, jogador dos New England Patriots, que venceram no domingo a Super Bowl frente aos Atlanta Falcons.

É certo que já é um hábito que os vencedores do Super Bowl visitem a Casa Branca, mas, este ano, o convite é ainda mais "pessoal". É que Donald Trump é adepto dos Patriots - e amigo de Tom Brady, Bill Belichick e Robert Kraft; quarterback, treinador e dono da equipa, respetivamente - e mostrou-o nas redes sociais ao parabenizá-los pela vitória.

Mas nem todos apreciam a postura do presidente norte-americano. Como Martellus Bennett. "Não consigo imaginar-me a ir lá", disse, depois do colega Devin McCourty também ter dito o mesmo.

Em 2015, quando os Patriots conquistaram a Super Bowl e visitaram Barack Obama, quem faltou foi Tom Brady, alegando "compromissos familiares".