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Tiger Woods nega condução sob influência de substâncias tóxicas, álcool e marijuana

“Quero que o público saiba que não houve álcool implicado. O que aconteceu foi uma reação inesperada a um medicamento que se vende com receita”, justifica o golfista num comunicado

Lusa

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Palm Beach County Sheriff's Office / Reuters

O golfista norte-americano Tiger Woods, ex-número um mundial, nega ter conduzido sob influência de substâncias tóxicas, álcool e marijuana, garantindo estar sob medicação.

Woods foi detido pela polícia cerca da 1h da madrugada de segunda-feira e posto em liberdade horas depois.

"Entendo a gravidade do que fiz e assumo total responsabilidade pelos meus atos. Quero que o público saiba que não houve álcool implicado. O que aconteceu foi uma reação inesperada a um medicamento que se vende com receita", escreveu Woods em comunicado, revelado na noite de segunda-feira.

Em abril do ano passado, Woods, de 41 anos, vencedor de 14 provas do 'Grand Slam' e de 79 títulos da 'PGA Tour', foi sujeito a uma quarta intervenção cirúrgica às costas para aliviar as dores permanentes de que padece.

O último torneio em que participou foi a 3 de fevereiro, no Dubai, mas acabou por desistir por não suportar as dores nas costas.