Tribuna Expresso

Perfil

vídeo

Bruno de Carvalho: “Claro que os presidentes deviam andar a dizer ‘ai, gostamos tanto uns dos outros e vamos dar as mãos e cantar o kumbaya”

O presidente do Sporting alertou esta quinta-feira, no congresso “The Future of Football”, para a necessidade de se separar criminosos dos adeptos de futebol, assegurando que os "leões" têm lutado para afastar a violência

SIC Notícias

Partilhar

"O futebol é um mundo de paixões e rivalidades, mas temos que saber separar os criminosos de adeptos. O papel do Estado é importante e temos tido reuniões constantes com a polícia e com os grupos organizados. Todas as nossas claques são legalizadas", começou por afirmar no terceiro congresso 'The Future of Football', que termina esta quinta-feira no Estádio José Alvalade, em Lisboa.

O presidente lembrou que o clube "tem adeptos que não podem entrar no estádio, salientando que há "linhas" que não podem ser ultrapassadas entre dirigentes. "Nós, Sporting, já temos vários adeptos que não podem entrar no Estádio de Alvalade".

"Um presidente dizer que sou aldrabão ou que não gosto daquela cor faz parte do mundo do futebol. O que não faz parte é atravessarmos as linhas da morte e nós dirigentes não podemos ultrapassá-las", explicou o líder do Sporting.

Com Lusa