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Mundial 2018

As Nações Unidas da Praça Vermelha

Por Lídia Paralta Gomes, enviada ao Mundial da Rússia

Lídia Paralta Gomes

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Eram uns 15. Vinte talvez. Fizeram uma rodinha, numa das perpendiculares à Praça Vermelha, junto a uma das entradas laterais da mítica loja GUM, o Harrods cá do sítio. Vestidos de forma tradicional, como estamos habituados a ver os príncipes do país nos estereotipados filmes americanos. Dançam e cantam junto à bandeira verde da Arábia Saudita. Em menos de nada, há centenas de telemóveis em riste, de gente com camisolas do México, Peru, Argentina, principalmente destes. Mas também há por ali camisolas da Polónia, da Colômbia, de Marrocos, Uruguai. De Portugal poucas, muito poucas. Tiram-se fotos com os sauditas, grita-se com eles. Eles não estão lá longe, no deserto, estão aqui ao nosso lado.

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