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Mundial 2018

Fernando Meira. “Critica-se até quando a seleção vence. O que é preciso é ganhar”

Fernando Meira tinha menos três anos do que Pepe quando pendurou as chuteiras. Na Rússia, os centrais da seleção não lhe tiram o sono, mas antecipa carências futuras. O central que dava uns toques a trinco antecipa um jogo complicado com o fisicamente poderoso Irão, embora sem dificuldades acrescidas pelo facto de no banco estar um treinador que nos conhece de cor. O antigo jogador acredita que a picardia de Ronaldo no Mundial de 2010 - “Perguntem a Carlos Queiroz...” - está esquecida

Isabel Paulo

Ex-central e capitão do Benfica e da seleção nacional, Fernando Meira não acredita que o Irão entre em vantagem em relação a outros adversários da seleção pelo facto de ter Carlos Queiroz como timoneiro

d.r.

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O conhecimento de Carlos Queiroz do futebol português pode atrapalhar o jogo da nossa seleção com o Irão?
Não me parece. Ele é um grande treinador, com muita experiência internacional e, logicamente, com grande conhecimento da capacidade e qualidade da equipa portuguesa. Sabe a forma como a máquina funciona, domina tudo o que é informação sobre a nossa seleção. Mas, atualmente, pelas análises de vídeo, trabalhos de scouting, perfil dos jogadores e avaliação de tipologia jogo a que as seleções têm acesso, todos os treinadores e equipas sabem o os espera.

Acha que o Irão terá uma vantagem acrescida relativamente aos outros adversários de Portugal?
Não acredito. Neste Mundial, todos os jogadores e equipas técnicas têm noção exata da valia dos adversários.

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