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Mundial 2018

De 1998 a 2018: vingar uma geração ou repetir uma conquista?

A Croácia está pela primeira vez num final de um Mundial, depois da excelente prestação no Mundial 1998, quando atingiu as meias-finais, mas foi eliminada pela seleção que acabaria por se sagrar campeã do mundo: a França. O analista Tiago Teixeira explica-nos o que devemos esperar da final do Mundial 2018, marcada para domingo (16h, RTP1) - um dia depois daquele jogo que quase dá pena ver, mas que vamos ver na mesma: o do 3º e 4º lugares, entre Inglaterra e Bélgica (15h, RTP1)

Texto Tiago Teixeira (analista de futebol)

O capitão de França no Mundial 1998 era o número 7 da equipa, um tal de Didier Deschamps - hoje selecionador francês. Naquele ano, a anfitriã França eliminou a Croácia nas meias-finais (2-1) e conquistou o Mundial, vencendo o Brasil na final

Foto Getty

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Chegou o jogo mais aguardado do Mundial: a final, claro. De um lado, a França de Didier Deschamps, que procura voltar a sagrar-se campeã do mundo depois de conquistar o Mundial de 1998, no qual eliminou, nas meias-finais, a... Croácia - até hoje a melhor versão dos croatas num Campeonato do Mundo.

Do outro, a Croácia de Zlatko Dalic que, ao chegar à final pela primeira vez na sua história, não vai querer desperdiçar a oportunidade de escrever o seu nome nos vencedores da competição mais importante do mundo - fazendo justiça à geração de 1998, que tinha nomes como Davor Suker, Zvonimir Boban e Robert Prosinecki, entre muitos outros.

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