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Bandos de gigantes a correr e a saltar. E dois eternos 23

Há modalidades que arrastam multidões. De fanáticos, de adeptos, de turistas. E, se por cá, o futebol é rei e senhor absoluto, basta uma volta pelos Estados Unidos para encontrar outros desportos recordistas de audiência. Nesta edição, publicamos a segunda de três reportagens sobre três desportos diferentes, em três locais bem diferentes. Esta é sobre o campeonato da NBA

Texto Marco Grieco Fotos Marco Grieco e Simone Monassa

Harry How

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Michael Jordan já não voa sobre as tabelas. Shaquille O’Neal já não as parte. Já não há Julius “the Doctor” Erving, Magic Johnson, Kareem Abdul-Jabbar. Nem Karl Malone, nem Clyde Drexler... Há quem seja de outra opinião, mas, para mim, a era de ouro do basquete já passou. Há quem defenda que o 23 dos Cleveland Cavaliers – o atlético LeBron James – é melhor do que o eterno 23 dos Chicago Bulls…

Gostos não se discutem, mas estatísticas sim. LeBron é sim fantástico, LeBron é sim um dos melhores de sempre. E os play-off deste ano hão de voltar a prová-lo. Mas falta-lhe o poder de decisão de Jordan. Nenhum outro basquetebolista foi a seis finais da National Basketball Association (NBA) e ganhou-as todas… Nunca haverá outro ilusionista como ele. Um senhor dentro das quatro linhas.

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