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Campeãs europeias

Mariana Cabral

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Há um ano, mais coisa menos coisa, estava em Paris a escrever sobre um Euro-2016 épico, naquela que foi indiscutivelmente a maior vitória da história do futebol português. Hoje, estou sentada na redação, em Laveiras, a escrever sobre um Europeu que pouco ou nenhum orgulho motivará no adepto comum e não levará ninguém em romaria à Alameda. Mas devia. É que, na Holanda, este mês, há 23 portuguesas a escrever ainda mais história para o futebol português — pelo menos no feminino. A seleção feminina de futebol está a disputar, pela primeira vez, um Campeonato Europeu e isso, por si só, já tem de ser um motivo de orgulho, dada a prematuridade de um desporto que pouco se desenvolveu nas últimas décadas num país que ainda precisa de quotas de género para almejar a (utópica) igualdade.

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