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  • O Ederzito, que agora é meio trambolho, é o melhor trambolho que há

    Arquivos Expresso

    Depois da euforia nas ruas com a chegada da seleção a Portugal após a vitória no Euro 2016, caiu-nos no mail um texto de alguém que dizia ter sido capitão da equipa onde Éder jogou quando era miúdo. Confirmámos a história e pedimos para refazer o texto que nos tinha chegado à caixa de correio. O resultado vem em baixo - e traz revelações nobres sobre o homem que marcou o golo da final Neste fim de semana em que nos despedimos de um ano e nos preparamos para outro, o Expresso republica histórias, reportagens, conversas, narrativas, dúvidas, considerações, certezas e revelações que fizeram de 2016 um ano preenchido. Todos estes artigos são publicados tal como saíram inicialmente

  • Se lhe apetecer, isto vai repetir-se mais vezes que o nome dele

    Surf

    John John Florence venceu em Peniche e, pela primeira vez, é campeão mundial de surf. A frase "era uma questão de tempo" nunca fez tanto sentido: aprendeu a nadar aos dois anos, começou a surfar com cinco, aos oito já se enfiava em Pipeline, onda havaiana e, com 13, foi convidado para o Triple Crown. Ele faz aéreos e sobrevive a tubos com a mesma facilidade com que encara o surf. "Já me disseram que tenho um estilo preguiçoso", admitiu, em tempos. Mas o talento é tanto que só não ganhará mais títulos se não quiser

  • Ia dar “chocolatinho branco” ao avô e saiu do Sporting para o pai não ter lá um filho

    Entrevistas Tribuna

    Martim Águas “carrega” um nome, como ele diz. Ou um apelido. É neto de José, que levantou a primeira Taça dos Clubes Campeões Europeus do Benfica, e filho de Rui, que marcou mais de 100 golos pelos encarnados. Martim está no 1.º Dezembro e vai jogar, esta sexta-feira (20h15) contra o clube dele e da família, para a Taça de Portugal. Diz que foi “homenzinho” por ter saído do Benfica e que fez “um sacríficio” para sair do Sporting

  • “Sair do armário tornou-me melhor atleta e pessoa”

    Entrevistas Tribuna

    Provavelmente o nome John Fennel não lhe diz nada. A nós também não dizia. John é um atleta olímpico do Canadá, que esteve nos Jogos de Inverno, em Sochi 2014, na Russia, onde foi 27º no luge (trenó). Está hoje e amanhã em Portugal não para ensinar como se desce uma montanha de gelo, enfiado num trenó a mais de 140km/h, mas para falar de bullying. Porquê? Porque, aos 19 anos, este atleta com mais de 1,90m de altura decidiu deixar de esconder-se e de ter medo e assumiu a sua homossexualidade perante o mundo. E é sobre a necessidade de ser autêntico e a promoção da inclusão no desporto, que vai dar palestras em duas escolas secundárias e uma universidade, além de realizar um debate na ILGA. John Fennell tem hoje 21 anos, está a preparar a sua qualificação para os Jogos Olímpicos (JO) de PyeongChang, na Coreia do Sul, em 2018, e conta como foi sair do armário e como isso melhorou a sua performance desportiva.

  • O lado obscuro do futebol: a estranha história de Platiny

    Futebol nacional

    Platiny veio para Portugal à procura do sonho de se tornar futebolista profissional. Até aqui, tudo normal. Mas o enredo complicou-se quando se descobriu que tinha falsificado o registo criminal. O Sindicato diz que não é caso único, o SEF investiga. Esta é a história de Platiny, que o Expresso publicou este fim de semana. O jogador deixou de representar o Gil Vicente esta segunda-feira