Tribuna Expresso

Perfil

  • Miguel Maia: “Sempre fui tranquilo, muito na minha, muito na paz”

    Entrevistas Tribuna

    Aos 45 anos Miguel Maia não só continua a jogar voleibol como ganha títulos e ainda tem tempo para levar os filhos à escola e estudar. No 2º ano do curso superior de Gestão Desportiva, diz-se com capacidades tanto para ser treinador como dirigente. Já foi sondado para ser candidato à liderança da federação e já falou com a direção do Sporting sobre o futuro do voleibol em Alvalade, mas não desvenda mais nada. Confirma que João Brenha é o seu maior amigo e que chorou na segunda vez em que ficou em 4º lugar nos Jogos Olímpicos

  • Ele está subir na vida a pulso. Outra vez

    Ténis

    Pensou em abandonar o ténis durante os três anos em que as lesões nos pulsos quase o privaram de jogar. Agora, Juan Martin del Potro, o bom gigante do circuito, continua a sorrir após ganhar a prata nos Jogos Olímpicos: de volta a um Grand Slam, está nos quartos-de-final do US Open e tornou-se no tenista com pior ranking dos últimos 25 anos a fazê-lo. Falámos com Rui Machado, que chegou a apanhá-lo no seu melhor

  • Nós estamos a ficar bons nisto (e mostramos como)

    Tribuna Expresso

    A seleção nacional foi à Costa Rica competir com os melhores do mundo e regressou como vice-campeã mundial. João Aranha, presidente da Federação, explicou-nos o feito de Guilherme Fonseca (e colegas) e o surfista de 19 anos mostra-nos como se fazem as manobras em que somos cada vez melhores. Comece pelo vídeo: garantimos que irá ver o surf a partir de uma perspetiva literalmente rara - que é a perspetiva dos próprios surfistas

  • “Foram os piores Jogos do milénio. Não há como tornear isso”

    Entrevistas Tribuna

    Vicente Moura está desiludido com a participação portuguesa no Rio 2016, reduzida a uma medalha de bronze (e a dez diplomas). O ex-presidente do Comité Olímpico de Portugal atribui o desaire à falta de uma política desportiva de base no país, temendo que em Tóquio, daqui a quatro anos, seja “mais do mesmo ou pior”. Louva António Costa pelos parabéns à comitiva e critica os atletas que não assumem culpas na derrota e são pouco gratos nas vitórias

  • Há acontecimentos na vida mais importantes que uma medalha

    Jogos Olímpicos

    Feyisa Lelisa não conseguiu a medalha de ouro para a Etiópia na maratona masculina do Rio de Janeiro, mas esta segunda-feira todas as notícias se concentram nele. O atleta que arrecadou a medalha de prata graças a um tempo impressionante levantou os braços, formando com eles um “X”, quando cruzou a meta da prova – e teme que isso lhe custe a liberdade ou até a vida. Feyisa não sabe se pode voltar em segurança ao seu país, mas com um gesto conseguiu que toda a gente visse o que ali se passa há anos: as mortes de críticos do Governo, as detenções arbitrárias e as repressões de liberdades num país que se diz cada vez mais desenvolvido

  • “Foram os piores Jogos do milénio. Não há como tornear isso”

    Jogos Olímpicos

    Vicente Moura está desiludido com a participação portuguesa no Rio, reduzida a uma medalha de bronze (e a dez diplomas). O ex-presidente do Comité Olímpico Português atribui o desaire à falta de uma política desportiva de base no país, temendo que em Tóquio, daqui a quatro anos, seja “mais do mesmo ou pior”. Louva António Costa pelos parabéns à comitiva e critica os atletas que não assumem culpas na derrota e são pouco gratos nas vitórias