Tribuna Expresso

Perfil

  • Cech: "Aqui come-se muito bem, rojões, bacalhau com natas. E eu sou sócio de um restaurante, faço compras e sirvo à mesa. Só não cozinho"

    Entrevistas Tribuna

    "Ser treinador é o pior emprego do futebol. Se ganha, é a equipa. Se perde, é ele o culpado. É pior do que ser político", diz o antigo defesa esquerdo que aos 22 anos trocou o Sparta de Praga pelo FC Porto, onde era o menino querido do disciplinador Co Adriaanse, avesso a vedetas. Marek, nado e criado na recém-independente Eslováquia, tricampeão no Dragão e 52 vezes internacional, sempre foi antítese do jogador-estrela. Depois de Inglaterra, Turquia e Itália, de jogar meia época no Boavista e de uma passagem fugaz pelo Como, voltou à sua casa no Mindelo, Vila do Conde. Aos 34 anos, é sócio do restaurante de um amigo de longa data, serve à mesa e vai às compras. Só não cozinha

  • A lenda dos Magriços começou há 50 anos

    Seleção

    Há meio século, a seleção alcançou o seu primeiro Mundial, em Inglaterra. Os portugueses espantaram tudo e todos, com um jogo épico contra a Coreia do Norte e consagrando uma lenda, Eusébio. O Expresso juntou seis dos elementos dessa seleção nacional e republica a história desse reencontro no dia em que passam 50 anos sobre o primeiro jogo (Portugal-Hungria, 3-1, em Old Trafford, Manchester) da campanha dos Magriços em terras de Sua Majestade