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  • Cech: "Aqui come-se muito bem, rojões, bacalhau com natas. E eu sou sócio de um restaurante, faço compras e sirvo à mesa. Só não cozinho"

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    "Ser treinador é o pior emprego do futebol. Se ganha, é a equipa. Se perde, é ele o culpado. É pior do que ser político", diz o antigo defesa esquerdo que aos 22 anos trocou o Sparta de Praga pelo FC Porto, onde era o menino querido do disciplinador Co Adriaanse, avesso a vedetas. Marek, nado e criado na recém-independente Eslováquia, tricampeão no Dragão e 52 vezes internacional, sempre foi antítese do jogador-estrela. Depois de Inglaterra, Turquia e Itália, de jogar meia época no Boavista e de uma passagem fugaz pelo Como, voltou à sua casa no Mindelo, Vila do Conde. Aos 34 anos, é sócio do restaurante de um amigo de longa data, serve à mesa e vai às compras. Só não cozinha