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Nuno, o FC Porto e o Arouca: “O que nunca nos pode faltar é a atitude”

Na antevisão ao jogo de sábado (20h30, Sport TV1) contra o Arouca, Nuno Espírito Santo diz que está cada vez mais satisfeito com o FC Porto, depois de três vitórias consecutivas: “É um processo contínuo e cada vez está melhor”

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É certo que pela foto não parece, mas Nuno diz que está cada vez mais contente com o seu FC Porto

BRUNO FAHY/Getty

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Há uma razão para se dizer “vitória, vitória, acabou-se a história”. É que quando se ganha, não há mais conversa: tudo está bem, todos andam felizes e o céu é sempre... azul. Que o diga Nuno Espírito Santo.

“Tudo é mais fácil quando é assente na vitória, tudo é mais assimilado”, explicou. “Vimos de três competições diferentes em que tivemos três vitórias contundentes e queremos também ganhar amanhã [sábado]”, precisou, referindo-se às vitórias contra Nacional (4-0, Liga), Gafanha (3-0, Taça de Portugal) e Club Brugge (2-1, Liga dos Campeões).

O FC Porto, 3º classificado, com 16 pontos (o Sporting também tem 16 e o Benfica tem 19), recebe o Arouca de Lito Vidigal, que esta época está bem mais abaixo na tabela classificativa do que era expectável - 16º, com cinco pontos -, mas Nuno faz questão de ressalvar a qualidade do adversário. “Foi 5º classificado na época passada e seguramente não começou a competição como desejaria”, disse, antes de ser recordado por um jornalista da vitória do Arouca no Dragão na época 2015/16. “Estamos alertados para isso. Conhecemos o Arouca e sabemos do que é capaz”, respondeu.

“Vamos para qualquer jogo sem excessos de confiança, estamos preparados. É um processo contínuo e cada vez está melhor, os jogadores estão cada vez mais preparados”, ressalvou.

O jogo da 8ª jornada será disputado no Dragão, onde o FC Porto já não joga há um mês. “Sabemos da importância que é jogar no Dragão e queremos vencer para o Dragão”, disse Nuno, que ainda não sabe se vai poder contar com André André, que está com gripe, e Otávio, que está com fadiga muscular, explicou o treinador.

“O que nunca nos pode faltar é a atitude. Há pilares fundamentais, que são o compromisso e a colaboração, e temos mostrado que nunca nos rendemos. A nossa obrigação é quebrar com o ciclo de três anos sem ganhar”, concluiu.