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Nuno Espírito Santo: “Se dissesse realmente o que sinto, seria motivo de castigo e talvez algo mais”

O treinador do FC Porto apenas respondeu a três perguntas na conferência de imprensa após a derrota com o Moreirense, que eliminou os dragões da Taça da Liga. Nuno Espírito Santo disse que “o foco mais evidente” da partida é “a arbitragem

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JOSE COELHO/LUSA

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Como Nuno viu no jogo

"Falhámos. Não competimos bem desde o início, era uma competição que nós queríamos, mas a exibição não foi, de todo, bem conseguida. O 0-0 da primeira parte é um bocado inexplicável, pelas oportunidades que criámos.

Uma primeira parte boa, em que fomos a euqipa que queremos, dominadora e a criar muitíssimas oportunidades. É preocupante a forma como consentimos o golo do Moreirense. Temos de recuperar a solidez defensiva que sempre tivemos esta época. É fundamental para explorarmos todo o talento que temos na frente."

E o que mais viu nele

"O foco mais evidente é na arbitragem, que nos condiciona e tira do jogo e não nos permite, muitas vezes, ganhar os jogos com o que produzimos.

Se dissesse realmente o que sinto, seria motivo de castigo e talvez algo mais. o árbitro não fez um bom trabalho. O resultado da primeira parte tem de ser outro para não estarmos dependentes de más decisões que nos condicionam.

A equipa que tem

"Continuamos a achar que o plantel tem soluções, pensadas e repensadas. O plantel precisa de ser potenciado. A pressão existe. Sábado temos uma competição em que é fundamental não falharmos. Temos de assumir o que não está bem, que foram as duas competições anteriores [Taça da Liga e Taça de Portugal]. Devíamos ter feito outro jogo, outra competição."

Infelizmente, o árbitro começa a ser um ponto de distração e é muito difícil aos jogadores controlarem as suas emoções nesse momento. No nosso último treino, em que tivemos a presença de 28 mil adeptos, disse que é contra tudo e contra todos. Tem que ser assim."