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Julgamento de Pinto da Costa com jornalistas fora da sala

Por falta de espaço no salão nobre dos bombeiros voluntários de Guimarães, só a agência Lusa tem lugar garantido no julgamento de Pinto da Costa e Eduardo Silva, arguido principal e gerente da empresa de segurança SPDE, acusado de 22 crimes de associação criminosa, extorsão, coação, além de prática ilegal de atividade. Restantes jornalistas terão de competir, por ordem de chegada, por sete lugares destinados ao público em geral

Isabel Paulo

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O julgamento do caso da máfia da noite que tem por principal arguido Eduardo Silva, conhecido por Edu, supergerente da empresa de segurança SPDE, detido desde julho de 2015, tem início esta quarta-feira, no salão nobre dos bombeiros voluntários de Guimarães, sob apertadas medidas de segurança. Apesar de o julgamento ter sido transferido do Tribunal Judicial de Guimarães por falta de espaço, para poder acolher 54 arguidos, mais de 40 advogados e 154 testemunhas, que serão chamadas faseadamente, o espaço revelou-se escasso para garantir a presença da comunicação social ao longo do julgamento.

Embora o julgamento seja público, Artur Dionísio Oliveira, juiz-presidente da Comarca de Braga, informou, ontem, as redações que o facto de a capacidade da sala ser bastante inferior ao previsto não permitiu criar uma área para uso exclusivo dos jornalistas, como chegou a ser ponderado, encontrando-se apenas disponíveis oito lugares para o público, “aqui se incluindo os jornalistas”.

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