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Operação Fénix. Pinto da Costa foi o primeiro arguido a entrar no tribunal

O presidente do FC Porto chegou ao tribunal acompanhado pelo seu advogado Gil Moreira dos Santos. Frechaux, antigo jogador do Boavista, foi o segundo arguido a entrar na sala onde vai decorrer a primeira sessão do julgamento

Isabel Paulo

JOSÉ COELHO/LUSA

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O presidente do FC Porto foi o primeiro arquido do processo Operação Fénix a entrar no tribunal, instalado no quartel dos bombeiros de Guimarães, onde começa esta manhã o megajulgamento deste caso. Pinto da Costa estava acompanhado pelo seu advogado Gil Moreira dos Santos, que depois voltou a sair para entrar pela porta lateral para o local destinado aos advogados dos arguidos.

O segundo arguido a entrar na sala onde vai decorrer a primeira sessão do julgamento foi o antigo jogador do Boavista Frechaux, arguido por ter recorrido aos serviços de segurança privada para resolver uma cobrança difícil de um cheque.

O advogado do principal arguido – o gerente da empresa de segurança SPDE, "Edu" –, Artur Marquês, tinha dito anteriormente em declarações à televisão que vai provar a inocência do seu constituinte, que é acusado de 22 crimes, designadamente o de associação criminosa.

A Operação Fénix é um processo relacionado com a utilização ilegal de seguranças privados. O julgamento vai decorrer no quartel dos Bombeiros Voluntários daquela cidade, uma vez que a Comarca de Braga não dispõe de uma sala com capacidade para acolher tanta gente, entre arguidos, advogados e forças policiais.

Os arguidos respondem por associação criminosa, exercício ilícito da atividade de segurança privada, extorsão, coação, ofensa à integridade física qualificada, ofensas à integridade física agravadas pelo resultado morte, tráfico, posse de arma proibida e favorecimento pessoal.

  • Julgamento de Pinto da Costa com jornalistas fora da sala

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    Por falta de espaço no salão nobre dos bombeiros voluntários de Guimarães, só a agência Lusa tem lugar garantido no julgamento de Pinto da Costa e Eduardo Silva, arguido principal e gerente da empresa de segurança SPDE, acusado de 22 crimes de associação criminosa, extorsão, coação, além de prática ilegal de atividade. Restantes jornalistas terão de competir, por ordem de chegada, por sete lugares destinados ao público em geral