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Uma aposta de risco em tempos de ira portista

Para travar o assalto do Benfica ao penta, pecado sem perdão entre os adeptos, Pinto da Costa bateu-se como um dragão para resgatar ao Nantes Sérgio Conceição, um dos jogadores-símbolo da causa azul e branca. Famoso por épicas fúrias mas total empenho como profissional, o novo técnico é uma aposta de risco em tempos de ira portista

Isabel Paulo

O feitio conflituoso está a causar algum desassossego nas hostes portistas, embora ninguém lhe regateie o empenho como profissional

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Após duras negociações durante uma semana, Sérgio Conceição está livre para treinar o clube do seu coração, ano e meio depois de ter sido um dos treinadores assediados para render Julen Lopetegui. Em meados de janeiro de 2016, o agora esperado treinador do FC Porto esteve com um pé no clube, um passo adiado pelas circunstâncias de ser então treinador do Guimarães em vésperas de defrontar o FC Porto.

À especulação sobre o conflito de interesses que o encontro encerrava, o treinador conhecido por ser “antes quebrar do que torcer” respondeu com a vitória por 1-0, colocando os portistas a sete pontos da liderança do campeonato que deu o tri ao Benfica. No final dessa época, em entrevista a “O Jogo”, confirmou o namoro azul e branco, lamentou que tivessem colocado a sua dignidade em causa e de ter ficado mais longe de treinar o clube dos seus sonhos.

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