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Madureira agradece à Justiça por “não ter palas vermelhas”

Líder dos Super Dragões foi, esta segunda-feira, absolvido pelo Tribunal de Criminal do Porto do castigo de interdição de acesso durante seis meses a recintos desportivos devido ao cântico “Ai quem me dera que o avião da Chapecoense fosse do Benfica”. Fernando Madureira diz que foi feita justiça num processo “inquinado desde o início para beneficiar o Benfica”

Isabel Paulo

Fernando Madureira, 43 anos, líder da claque há 20, afirmou sexta-feira num simpósio de combate à violência que as claques não são grupo de excursionistas a Fátima nem ele é professor de moral e religião

RUI DUARTE SILVA

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A juíza do Tribunal de Pequena Instância Criminal do Porto absolveu Fernando Madureira de alegado crime de incitamento à violência, por falta de provas de que “entoou, tinha conhecimento ou incentivou” a claque ao cântico alusivo à queda do avião da equipa brasileira, em dezembro de 2016.

O líder dos Super Dragões foi condenado pelo Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ), em novembro último, a multa de 2600 euros e a interdição de acesso a recintos desportivos após o MP ter alegado que o cântico entoado pelos Super Dragões, num jogo de andebol FC Porto-Benfica, em abril de 2017, incentivava a violência e a intolerância nos espetáculos desportivos.

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