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“Quem me dera que o avião da Chapecoense fosse do Benfica.” Tribunal absolve líder dos Super Dragões

Juiz do Tribunal do Porto considerou que não há provas que demonstrem que Fernando Madureira entoou ou incentivou membros da claque portista a fazê-lo no polémico cântico alusivo à queda do avião da equipa brasileira

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O Tribunal de Pequena Instância Criminal do Porto absolveu esta tarde Fernando Madureira de responsabilidade no cântico relativo à queda do avião que transportava a equipa brasileira Chapecoense, entoado pelo Super Dragões num jogo de andebol com o Benfica. O juiz considerou não haver provas da responsabidade do líder da claque portista neste caso, nomeadamente que tivesse entoado ou estimulado outros membros do grupo a fazê-lo.

Fernando Madureira foi impedido pelo Instituto Português do Desporto e Juventude de frequentar recintos desportivos ao longo de meio ano e de jogar pelo Canelas.

A polémica começou em abril, quando a claque do FC Porto durante um jogo do campeonato de andebol frente ao Benfica entoou um cântico com a seguinte letra: “Quem me dera que o avião da Chapecoense fosse do Benfica.”