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  • Râguebi: perder uma final que nunca chegou a terminar

    Râguebi

    Chovia a potes e estava um temporal em Montevidéu, no Uruguai, onde a seleção nacional de râguebi de sub-20 jogou a final do World Rugby Trophy, contra o Japão. Tão severo estava o clima que, a 14 minutos do fim, o árbitro interrompeu o jogo - que não voltaria a recomeçar. Tudo acabou com o resultado que se registava (3-14) e Portugal perdeu uma final sem jogar até ao fim. A federação já protestou contra a decisão

  • Pedro Leal e a vida: "Estagnámos porque, sem dinheiro, não é fácil. Continuamos no nosso cantinho a brincar ao râguebi"

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    Os sub-20 portugueses jogaram no domingo, e pela primeira vez, a final do World Rugby Trophy, uma espécie de Mundial B do râguebi. Vão jogá-la quase 10 anos depois de Portugal ter estado no Campeonato do Mundo a sério. Pedro Leal foi um dos que lá esteve e, como conhece "praticamente 80% da equipa", falámos com ele sobre râguebi português e o "grande impacto" que esta final pode ter

  • A batalha decisiva

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    Uma equipa com jogadores de quatro países (Inglaterra, País de Gales, Irlanda e Escócia) desafiou o poderoso jogo neozelandês. Foram dez jogos inesquecíveis em seis semanas alucinantes. Lions e All Blacks estiveram frente a frente, e no fim ganhou o râguebi

  • Quer saber qual é o acontecimento do ano no râguebi? Este neozelandês explica

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    Carl Murray viveu e jogou râguebi, durante muitos anos, em Portugal. Foi internacional pela seleção portuguesa de 15 e de sevens, mas é neozelandês. Por isso, pedimos-lhe para explicar, escrevendo, o que significa a digressão dos British and Irish Lions para um kiwi. O último jogo contra os All Blacks é no sábado (8h35) e “esperar 12 anos por uma desforra é muito tempo”

  • Os convocados para a seleção que apenas joga a cada quatro anos

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    A cada quatro anos existe algo de muito especial a acontecer no râguebi. Podia ser o Mundial, sim, mas aqui falamos da digressão dos British and Irish Lions, uma seleção dos melhores jogadores britânicos e irlandeses, para defrontarem uma das melhores nações do hemisfério sul. Este ano é a Nova Zelândia e esta quarta-feira foram anunciados os convocados

  • Sonny Bill Williams e o trabalho árduo para ser melhor pessoa (sem patrocínios imorais)

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    Sonny Bill Williams é um dos melhores centros do mundo - e um dos mais conhecidos jogadores de râguebi. Acontece que, em 2008, converteu-se ao Islão para lutar contra um passado de alcoolismo e, agora, recusou-se a vestir equipamentos que tenham patrocínios a bancos. Mas só agora, porque já os usou, muitas vezes, em outras ocasiões: "Sei que não sou perfeito. Todos os dias trabalho arduamente para me tornar melhor pessoa"

  • O maravilhoso mundo de um árbitro de râguebi. “Acho que um treinador vai gostar de ouvir um árbitro dizer: 'Eh pá,errei, tens toda a razão'”

    Entrevistas Tribuna

    Paulo Duarte tem 28 anos e estreou-se em fevereiro como árbitro principal na etapa de Las Vegas do circuito mundial de sevens. Sim, é português e apita na modalidade em que os árbitros são respeitados, conversam com os jogadores, brincam com eles, têm vídeo-árbitro e até microfones e câmaras coladas ao corpo, durante os jogos: “A base do râguebi é o respeito e a disciplina. Temos mantido isso ao longo dos anos e não queremos, de modo algum, afastarmo-nos disso”

  • E se ninguém quisesse saber dos rucks, o que seria do râguebi?

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    A Inglaterra venceu a Itália (36-15) na terceira jornada do torneio das Seis Nações, mas algo de estranho aconteceu - além de o resultado não ter sido tão desnivelado como de costume, os italianos usaram as regras do râguebi a seu favor e não contestarem os rucks. O que lhes permitiu eliminar a lei do fora de jogo no jogo corrido. Os ingleses, sobretudo o seleccionador, Eddie Jones, não gostaram

  • Nisto a Nova Zelândia tem sorte: sai um melhor do mundo e entra outro

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    Beauden Barrett é o nome do melhor jogador de râguebi de 2016. Assim, sem mais nada, isto pode não lhe dizer muito. Mas trata-se do neozelandês que sucedeu a Daniel Carter no prémio, na camisola 10 dos All Blacks e na liderança do jogo da melhor seleção do mundo. Ele que veio de uma família de agricultores que, quando emigrou durante uns meses para a Irlanda, o deixou ir descalço para a escola

  • Eles são os maiores, mas já começa a deixar de ter piada

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    E agora, algo de velho: a Nova Zelândia venceu o torneio das Quatro Nações outra vez. Mas fê-lo com mais estilo do que o costume, porque acabou com a pontuação máxima, marcou mais de quatro ensaios (ponto bónus) em todos os jogos e igualou o recorde mundial de vitórias seguidas. E Tomaz Morais disse-nos que isto já não é muito bom para o râguebi